Mês: julho 2019

Empreendedorismo e Reino.

Em Êxodo, capitulo 18,  vemos um homem chamado Jetro, um homem sábio que iria ajudar Moisés porque mesmo sendo um sacerdote de Midiã, por tanto um sacerdote pagão, tinha um senso empreendedor e administrativo mais aguçado do que o de Moisés.

Não acredito que Deus dá todas as coisas apenas para uma pessoa. Mesmo Moisés que tinha uma revelação do próprio Deus, precisou ouvir um homem como Jetro. Aliás, quem iria falar não para um homem que falava com Deus face a face? 
Bom, Jetro diz para o homem da revelação como gerenciar aquele povo que estava buscando solução para seus problemas. O que Jetro fez foi uma espécie de consultoria para Moisés, mesmo sendo um sacerdote de deuses estranhos em Midiã.

Essa foi a base de êxodo 18 na relação de Moisés e Jetro: conselho, consultoria para administrar e empreender aquilo que estava sobre a tutela de Moisés.

Quando falamos de administração, também estamos falando de empreendedorismo para empreender, você vai precisar administrar todos os processos que cercam aquilo que você faz.

Existe algo muito interessante na bíblia que se inicia no Éden. Um produto que veio do céu, mas que por algum motivo deu errado, e este não teve aceitação no “mercado”. Um bom produto, e mesmo com a essência era boa algo deu errado no caminho que fez com que o produto não entrasse e não fosse aceito no “mercado”. E esse produto se chamava Adão.

Eu vou muito em empresas e tenho muitos amigos empreendedores, geralmente ouço muito sobre a qualidade e a eficiência de seus produtos, e mesmo sendo um produto de alta qualidade não há aceitação no mercado.

Então tentando responder a essa questão, sempre peço para saber como é o processo de produção, logística e marketing, mas grande parte das vezes o problema está na equipe de vendas, o produto é ótimo, tem uma boa origem, porém a equipe de vendas não consegue fazer o produto chegar nas mãos do consumidor final.

Você consegue perceber que o produto do Éden, Adão, que não teve aceitação no mercado agora precisava de um novo Design? Um novo rótulo que comportasse a mesma essência? E vemos que isso aconteceu, João o Batista entra em cena como uma agência de publicidade trabalhando para que quando o novo produto da eternidade chegasse todos já o conhecessem. Essa agência chamada João fez o maior e melhor marketing deste produto da eternidade: Yeshua, o messias. Ele dizia: eu vos batizo com água mas está chegando alguém que é maior e melhor do que eu e quando ele vier vai batizar vocês com fogo e com o Espírito.

Na maioria das vezes quando não conseguimos chegar no objetivo com aquilo que empreendemos e colocamos no mercado então nos falta conselho, consultoria, entendimento do produto que estamos vendendo, por isso não geramos a expectativa no público alvo do que estamos vendendo e desenvolvendo,  mesmo sendo de altíssima qualidade.

Então, João o batista faz o Marketing preparando o caminho para que o “produto da eternidade” pudesse chegar.

Eu acredito que quando Yeshua chegou já tinha um mercado preparado, então o produto começou a ser degustado.

Quando Yeshua entra no mercado ele começa a preparar 12 vendedores e esses 12 treinaram mais 70 homens.
Esses 70 homens entravam nos vilarejos pregando e anunciando a respeito do produto que eles haviam conhecido e degustado. Como? Eles davam amostra grátis, valorizando o produto da eternidade chamado Yeshua e diziam: aquilo que eu faço é só uma amostra, mas o produto mesmo está chegando neste vilarejo. O que eles estavam fazendo? Gerando expectativa. Estavam vendendo algo que eles conheciam porque tinham experimentado.

Aqui está uma característica que funcionava como um feedback do produto, Yeshua só entrava no lugar onde houvesse aceitação, onde já haviam anunciado a sua chegada e onde o povo já tinha expectativa sobre ele.

Outra característica é que Yeshua não só treinou a equipe de vendas, MAS ACREDITAVA MUITO NAQUELA EQUIPE, MESMO ELES NÃO SENDO PERFEITOS.

EU ACREDITO QUE NÃO AVANÇAMOS QUANDO NÃO SABEMOS VENDER O PRODUTO.
TALVEZ VOCÊ TENHA EXPERIMENTADO O PRODUTO, GOSTADO DO PRODUTO, MAS NÃO SAIBA VENDER O PRODUTO E ISSO É UM PROBLEMA.

Apesar de Moisés ter visto a face de Deus, ele não sabia gerenciar aquilo que estava acontecendo, não estava conseguindo empreender.

Portanto, uma das missões para vendermos o produto é sabermos o que estamos vendendo, degustarmos dele, experimenta-lo, saber a sua procedência. Buscar conselho, consultoria e ferramentas que irão para aprimorar sua venda.  

Quero te abençoar, que não falte para você ideias de como empreender e de como administrar o que Deus te deu sempre buscando sabedoria, sabendo que a empresa que ele te deu não é sua é dele, ele te deu para você investir na tecnologia divina e você é um administrador fiel daquilo que foi colocado em suas mãos.

Mesa

Lucas 24:30 – E aconteceu que,estando ele reclinado a mesa,tomou o pão eo abençoou e ,partindo-o,distribuiu entre eles / Saber Noticias de Jesus não abre nossos olhos,conversar com ele não abre nossos olhos,discutir com ele não abre nossos olhos,sentir a chama arder no coração por causa de sua presença não abre nossos olhos, conhecer as revelaçoes registradas nas escrituras não abre nossos olhos.

Mas o que abre nossos olhos,para vê-lo ?? A COMUNHÃO DA SUA MESA E O PARTIR DO PÃO

LUCAS 24:31 – MEDITE NISSO QUERIDOS E FAÇA PARTE DA MESA DO SENHOR DEIXE ELE ENTRAR EM SUA VIDA E CEIAR CONTIGO

Honre as fontes

JOÃO 2-9

E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo

ELES PEGARAM ESSA AGUA DE ALGUM LUGAR, ESTRANHO POIS NÃO IMAGINAVAM QUE APÓS DE TRAZEREM AS TALHAS CHEIAS DE AGUAS

JESUS MANDARIA LEVAREM AO MESTRE SALA BEBER DA AGUA RSSS

SUA VITÓRIA VIRÁ MESMO DE SITUAÇÕES QUE VC NÃO ESPERA , POR ISSO NÃO DESPREZE O POR QUE DA DIFICULDADE , POIS AS GRANDES VITÓRIAS NA GRANDE MAIORIA TEM CARA DE DERROTA

Do Governo à escravidão

Se você não consegue se governar por dentro, será sempre escravo das coisas que estão fora. Se você entender o jardim do Éden, o lugar onde Deus perdeu o coração do homem para o seu próprio desejo, ficará claro o eu estou dizendo.

Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. (Provérbios 4.23)

A palavra sacerdote no hebraico significa kohen (ministro que governa). Então, costumo dizer que quando você está alinhado com o Pai, Ele vai lhe dar autoridade para você ministrar diante Dele e, com isso, terá autoridade para governar diante dos homens.

Somos revestidos de autoridade quando servimos na jurisdição em que estamos. Então, o grande segredo não está no que você faz e, sim, no que você é!

Deus não mede os homens pelas suas capacidades, mas pelo nível de seus corações. Quando você entender isso não lhe faltarão fontes espirituais e não se tornará escravo das coisas que anseiam por habitar em seu coração e absorver e esgotar sua vida interior.

Deus deu uma ordem a Adão no Éden: “Cultive, guarde este lugar para mim”. Algo que me impacta é que Deus não costuma fazer-nos escravos de um ambiente para nos limitar. Na verdade, Ele trabalha sempre além do que podemos imaginar e diz:

“EU LHE FAÇO LIVRE, MAS PARA LHE TORNAR RESPONSÁVEL”

Vivemos em um tempo onde precisamos ser responsáveis e competentes. A responsabilidade está ligada ao meu comprometimento, àquilo que eu tenho de me tornar; a competência está ligado aquilo que eu gero e desenvolvo, ou seja, os frutos que permanecem.

Deus disse ao homem: “Você pode fazer tudo, tudo aqui é seu, está livre para você. A única coisa que não pode fazer é comer de uma única árvore”. Deus não descia todos os dias para Se certificar de que Adão não tinha comido da árvore proibida pois Ele não trabalha desta forma. Na verdade, Deus trabalha com princípios.

Preste Atenção! Quando é preciso governo, liderança e influência não tente agir por domínio ou manipulação, mas construa valores dentro das pessoas. Quando você conseguir estabelecer valores dentro de alguém, essa pessoa nunca mais vai conseguir ficar fora do propósito que o Pai estabeleceu para ela.

Deus lhe torna livre, mas, ao mesmo tempo, lhe faz responsável. Assim era a vida de Adão no Éden: dentro da sua liberdade existia a responsabilidade de guardar e cultivar toda a criação.

Porém, infelizmente, diante de toda essa responsabilidade, Adão acabou se convencendo de que ele poderia ser mais do que era, ter mais do que tinha, saber mais do que conhecia.

Você começa a perder sua liberdade e autoridade quando a sua alma começa a lhe dizer que pode ter mais do que já tem e ser mais do que já é.

A ingratidão se evidencia quando a nossa alma grita por se sentir injustiçada, quando não nos contentamos com o que somos ou com o que temos. Isso nos leva a um território de esterilidade e morte, pois a vida que temos corresponde à medida do nosso coração, pois, como está escrito, do coração depende toda a vida.

Ao olharmos para a vida de Adão entendemos que ele já tinha tudo! Ele não precisava de mais nada, mas foi convencido em sua alma que precisava ter mais do que tinha. Quando ele deixou esse desejo entrar e o expressou à sua esposa, ele começou a perder tudo o que Deus lhe tinha dado.

Quando a alma fala mais alto do que o espírito, o governo do coração é entregue aos desejos, e não ao Espírito Santo. É dessa forma que o mundo se move.

Como vimos no capítulo anterior, o mundo se move por três bases: concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e soberba da vida (1 João 2.16). Foi isso que fez com que Deus perdesse Adão e Eva dentro do jardim, do seu ambiente, pois Satanás conseguiu convencê-los de um desejo de ter mais do que já tinham, sendo que, na verdade, eles já tinham tudo.

Os casamentos, por exemplo, se quebram quando entra a insatisfação. Às vezes você está no seu melhor lugar, mas está insatisfeito. Por que?

Quando as reclamações e exigências baseadas em interesses pessoais começam a ser o centro da relação isso sinaliza falta de cumplicidade e unidade. A falta do princípio de “abrir mão” para se manter juntos mina a essência da relação; um sempre exigirá mais do outro para corresponder às suas próprias expectativas e vaidades. Isso é narcisismo! Casamento é unidade e não possessão!

Definindo em poucas palavras, narcisismo é quando uma pessoa tem uma incontrolável admiração por si mesma:

Sabe, porém, que nos últimos dias haverá tempos difíceis; pois os homens amarão a si mesmos, serão gananciosos, arrogantes, presunçosos, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, incapazes de perdoar, caluniadores, descontrolados, cruéis, inimigos do bem, traidores, inconsequentes, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus, com aparência de religiosidade, mas rejeitando-lhe o poder. Afasta-te também desses. Porque entre eles estão os que se intrometem pelas casas e conquistam mulheres tolas carregadas de pecados, dominadas por várias paixões; que estão sempre aprendendo, mas nunca podem chegar ao pleno conhecimento da verdade (2 Timóteo 3.1-7)

Em relação às coisas que possuímos, todos os veículos de comunicação ficam nos bombardeando dizendo que o que já temos não serve mais, que precisamos de algo maior ou melhor. Isso gera em nós uma intensa insatisfação, sempre desejando ter algo além do que já temos.

Já foi comprovado que a insatisfação é uma ‘ausência espiritual que nos completa’; é resultado de uma desordem espiritual, uma voz interior que diz ao Criador que Ele “errou em sua criação”.

PRESERVE O SEU CORAÇÃO, CUIDE DO QUE DEUS LHE DEU PARA CUIDAR.

Se você governar sobre o que Pai já lhe deu por natureza, isso vai crescer e se multiplicar em sua vida.

E Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que rastejam sobre a terra. (Gênesis 1.27,28)

Eu acredito, quando se fala sobre o coração, que esse deve ser intenso, porque essa é a base do Reino de Deus. Vemos, no sermão da montanha, Jesus ensinando, por meio de um novo coração, uma nova interpretação da Lei (Torah). O que ele estava fazendo era expor ao coração do homem o segredo escondido de liderar de dentro para fora.

Os homens medem uns aos outros pela capacidade que carregam de fazer coisas extraordinárias.

DEUS NÃO MEDE OS HOMENS PELA SUA CAPACIDADE, MAS DEUS MEDE OS HOMENS PELO SEU CORAÇÃO.

Governo da montanha

São essas as origens dos céus e da terra, na ocasião em que foram criados. Quando o SENHOR Deus fez a terra e os céus, ainda não havia nenhuma planta do campo na terra e nenhuma erva do campo havia brotado, pois o SENHOR Deus ainda não havia feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra. Todavia, mananciais subiam da terra e regavam toda a superfície do solo. E o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. Então o SENHOR Deus plantou um jardim, para o lado do oriente, no Éden; e colocou ali o homem que havia formado. (Gênesis 2.4-8)

O que nos permite entender sobre escravidão e governo é o Éden, pois no princípio de todas as coisas Deus fez uma “grande montanha”. Mas você pode estar se perguntando: o que é o governo desta tal “montanha”?

Pensando na mentalidade do Criador de todas as coisas, o mínimo que podemos considerar sobre este jardim é que ele era uma grande e extensa montanha dentro do Cosmos, pois, se imaginarmos que ele seria apenas como o jardim de uma casa, estaremos longe de governar com o Senhor, por Ele e por meio Dele.

A Bíblia diz que quando Deus formou o homem do pó da Terra Ele o colocou dentro deste lugar. Ou seja, a mentalidade do Criador ao criar o Éden era dar ao homem o governo da Terra.

Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, Ele a entregou aos filhos dos homens. (Salmos 115.16)

Precisamos entender que quando estamos num lugar de propósito, cumprindo aquilo para o qual fomos chamados, nos tornamos capacitados legalmente para exercer autoridade nesta jurisdição. Aqueles que não compreendem isso não conseguem bons resultados em qualquer área de suas vidas (família, trabalho, negócios, ministério etc.).

O sacerdócio está diretamente ligado ao serviço que desempenhamos na jurisdição em que estamos, no lugar onde fomos colocados, pois, assim, teremos autoridade legítima.

Existem diversas comunidades (igrejas) que servem nos lugares onde foram estabelecidas nas questões de saúde, educação etc. Isso é visto como tsedaca (obra de justiça). Não está ligada às obras sociais propriamente, mas, sim, aos atos de justiça praticados pelas mesmas ao trazer equilíbrio social às vidas das pessoas.

Por exemplo, o jovem rico (Marcos 10) foi desafiado por Jesus a vender a sua herança, pois isso implicaria na redenção de sua vida e família. No entanto, sua atitude contrária à isso revelou que ele era como seus pais – alguém incompleto, imperfeito, confuso. Jesus lhe ofereceu a oportunidade de uma herança legítima partindo do próprio céu, mas ele recusou.

Nos tempos de Moisés, o resultado da prosperidade das 11 tribos estava ligado à lealdade delas para com a tribo separada para o serviço sacerdotal no tabernáculo (Levi).

A tribo de Levi era separada para os serviços ligados às questões espirituais e tinha, também, o papel de instruir as demais tribos em suas especialidades, tais como, medicina, agricultura, pecuária etc.

A honra ao sacerdócio gera autoridade para conquistar uma jurisdição.

De todo o trabalho exercido pelas 11 tribos, era separada uma porção para honrar a tribo de Levi. E, por um mandamento de Deus, esse princípio de honra alcançou também os órfãos, viúvas e os estrangeiros.

Pense! Suas finanças não estão indo bem? Isto não está relacionado à sua capacidade profissional e, sim, por não cumprir o propósito eterno de Deus por meio do seu exercício sacerdotal.

Agora, portanto, se ouvirdes atentamente a minha voz e guardardes a minha aliança, sereis minha propriedade exclusiva dentre todos os povos, porque toda a terra é minha; mas vós sereis para mim reino de sacerdotes e nação santa. (Êxodo 19.5,6)

Neste texto, vemos o desígnio de Deus de formar uma nação de reis e sacerdotes para Si. Porém, o que veio primeiro, o reino ou o sacerdócio?

Nos tempos de Moisés, Deus estabeleceu no deserto em primeiro lugar o sacerdócio para o serviço no tabernáculo.  Depois de alguns anos veio a possessão da terra prometida.

Isso nos deixa claro que exercer autoridade sobre um lugar depende, primeiramente, do nosso sacerdócio.

Deus instituiu Adão como o primeiro sacerdote e o seu serviço implicava em cultivar e guardar a criação, ou seja, dar limites à terra.

Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? Tu o fizeste um pouco menor que os anjos e o coroaste de glória e honra. Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: todas as ovelhas e os bois, assim como os animais selvagens, as aves do céu, os peixes do mar e tudo o que percorre as veredas dos mares. (Salmos 8.4-8)

Quando estamos no lugar onde nos movemos naquilo que o Pai quer de nós, Ele nos dá autoridade para que este lugar se torne uma fonte para a nossa vida, assim como era o jardim para Adão e Eva.

No Éden já estava tudo pronto, mas, após a queda, eles foram expulsos do jardim para uma terra que estava amaldiçoada, que só gerava abrolhos, cardos e espinhos e, agora, deveriam trabalhar com dores, suor e exaustão para colher os frutos.

Isso é resultado da desobediência – quando não me movo àquilo para o que fui chamado a ser e fazer. E, assim, torno-me escravo do próprio sistema do qual fui levantado para governar.

O sistema a que me refiro é o conjunto de valores que modela os pensamentos da sociedade; é o sistema onde cada indivíduo é levado a viver sob os três pilares que o motivam, que o movem:

Porque tudo o que há no mundo, o desejo da carne, o desejo dos olhos e o orgulho dos bens, não vem do Pai, mas sim do mundo. Ora, o mundo passa, bem como seus desejos; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. (João 2.16,17)