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PROCRASTINAÇÃO O MAL DA VIDA

REFLEXÃO :

PERDER TEMPO

O TEMPO SE TORNOU UM INSTRUMENTO DE DEUS PARA JUÍZO DOS HOMENS

DEUS SE MOVE POR TEMPOS USANDO DE
DIAS, SEMANAS, MESES E ANOS.

1 Samuel 16:1
Samuel enviado a Jessé
Disse o SENHOR a Samuel: Até quando terás pena de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche um chifre de azeite e vem; enviar-te-ei a Jessé, o belemita; porque, dentre os seus filhos, me provi de um rei.

SAMUEL UM PROFETA QUE NASCEU REMINDO UM TEMPO AONDE AS VISÕES E A VOZ DO SENHOR ERAM RARAS.

SAMUEL SE TORNOU AMIGO DO PRIMEIRO REI DE ISRAEL SAUL,
QUE ELE MESMO UNGIU.

UM CERTO DIA, VEIO A VOZ DO SENHOR A SAMUEL O EXORTANDO PELA SUA PROCRASTINAÇÃO EM BUSCAR O QUE DEUS JÁ HAVIA ACHADO, UM SUBSTITUTO PARA O REI SAUL HÁ QUEM DEUS JÁ HAVIA REJEITADO.

APRENDEMOS QUE NOSSAS ALIANÇAS EMOCIONAIS, FAMILIARES ETC… NÃO PODEM TER UM PODER DE INFLUÊNCIA MAIOR DO QUE EM OBEDECER A DIRETIVA DO SENHOR.

AS VEZES NOS PEGAMOS CANTANDO, ORANDO E PROCLAMANDO COISAS QUE NA PRÁTICA DE VIDA NÃO CONSEGUIMOS AVANÇAR, PORÉM A ORDEM DO SENHOR PARA NÓS EM 2020 É:

ATÉ QUANDO TEREMOS DÓ DE QUEM DEUS JÁ REJEITOU ???

NÃO PODEMOS MAIS TOLERAR COISAS E SITUAÇÕES QUE NOS ATRASAM PARA VIVERMOS O PLANO DE DEUS.

É TEMPO DE NOS LEVANTARMOS E AVANÇAR!
ROMPER COM COISAS, PESSOAS, SITUAÇÕES QUE JÁ SABEMOS QUE NÃO IRÃO SE ALTERAR, POR MAIS QUE NOS CAUSEM DOR.

SE LEVANTE, VIRE À PÁGINA DE VEZ E PROSSIGA.

NÃO TEMAS DEUS É CONTIGO!

DEUS NOS RESTITUIRÁ O TEMPO QUE FOI ROUBADO E CONSUMIDO.

Joel 2:25
Restituir-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto migrador, pelo destruidor e pelo cortador, o meu grande exército que enviei contra vós outros.

ENTÃO, APRENDEREMOS A ANDAR COM O SENHOR, DENTRO DA SUA AGENDA E DE SEUS PLANOS DE FATO.

Salmos 90:12
Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.

FÉ – ATÉ QUE ELE VENHA

Nesses dias podemos observar o uso da palavra por muita gente, mas qual é a fé que dizemos que temos? Essa fé está descrita nos textos bíblicos? Na grande maioria das vezes somos encorajados com palavras do tipo: tenha fé; Use a fé para ganhar; A tribulação vai passar tenha fé; tenha fé que esse problema financeiro vai se resolver, etc.  

Nestes casos eu gosto de fazer o paralelo entre crença e fé.

A crença por definição é um estado mental de quem acredita em algo, na crença não há uma exigência de comprometimento, você pode acreditar em algo ou em alguém apenas por uma necessidade momentânea, logo pessoas que buscam a Deus somente em dias maus para que Deus resolva seus problemas na verdade só estão baseados em uma crença e não em uma fé.

Quero chamar a sua atenção e dizer que a fé não serve apenas para receber milagres, a fé não é como uma palavra mágica para nos tirar de um sufoco que entramos e não conseguimos sair.

Em Hebreus 11 diz assim:
“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.”

Neste texto a fé é descrita como um fundamento das coisas que se esperam, a pergunta é…
O que esperamos? No que está depositada nossa esperança?
Alguém podem dizer que sua esperança está depositada no dia em que terá mais posses ou no dia em que se casar ou quando trocar de carro ou de casa, tudo isso é ótimo, mas não é o tipo de esperança que o texto de Hebreus 11 está falando.

Observe os textos abaixo.

“E eu, João, vi a santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.
E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.“  Apocalipse 21:2-3

“Assim diz o Senhor: Voltarei para Sião, e habitarei no meio de Jerusalém; e Jerusalém chamar-se-á a cidade da verdade, e o monte do Senhor dos Exércitos, o monte santo.”
Zacarias 8:3

“E o Senhor será rei sobre toda a terra; naquele dia um será o Senhor, e um será o seu nome.“  Zacarias 14:9

Eu acredito que a fé descrita pelo autor de Hebreus está mais relacionada com a manifestação do nosso Senhor Yeshua como rei sobre toda a terra do que com as preocupações deste mundo, a fé que aponta para o dia em que todo olho o verá, todo o joelho se dobrará, que toda a língua confessará quem Cristo é.

Nossa esperança está  no dia em que não haverá mais pranto e nem dor porque todas as coisas passarão e tudo se fará novo.

Existe um texto em que Paulo descreve Tito como filho e que este partilha de uma fé comum.
Esta fé comum não se trata de qualquer fé ou de um tipo inferior de fé.
Em Tito capitulo 1 versículo 3 Paulo descreve que por Tito ser seu “filho” a fé que Tito tinha era a mesma fé dele.

Paulo mesmo descreveu sobre o tipo de fé que ele tinha e ensinava.

“Por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual já antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho.” Colossenses 1:5

“Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória.”  Colossenses 3:4

A fé que Paulo tinha estava ligada com o dia da manifestação do Filho, era essa fé comum que ele está mencionando na carta a Tito.
Por essa fé é que ele não desfalecia mesmo em meio a tribulação, dor ou perseguição.
Essa fé  gera em nós peso de responsabilidade de nos voltarmos ao Senhor porém não apenas como consumidores mas como homens e mulheres que estão aguardando por coisas mais altas do  que apenas resolução das necessidades passageiras.

Abraão o pai da fé foi desafiado a crer em uma terra e a palavra parecia ser dura:
– Sai da tua terra e meio dos teus parentes porque vou te levar a uma terra que te mostrarei.

“O qual, em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência.”
Romanos 4:18

Abraão não saiu da sua casa por uma necessidade, na verdade ele saiu porque foi desafiado a crer em uma palavra, a crer em uma descendência numerosa mesmo Sara sendo estéreo, ele creu na palavra. Abraão estava saindo do conforto do seu lar, estava indo para uma terra que não conhecia. Tinha tudo para ficar onde estava, mas ele creu contra a esperança.
Isso me faz pensar que ele poderia até não saber para onde estava indo, mas com certeza ele sabia o que lhe aguardava.


Abraão morreu aguardando a promessa de uma cidade da qual o fundador e arquiteto é o próprio Deus.

“Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus.” Hebreus 11:9,10

Esse tipo de fé é maior do que a dor, do que o choro, do que os dias ruins, do que a angústia.
Peço ao Senhor para que possamos crescer em nossa fé entendo que amamos mais o dia da vinda do Senhor que o sistema do presente século.  Não seremos pedintes, seremos Huios preparando um lugar até que Ele venha.

Série Paternidade no mundo moderno

Acabamos de comemorar o dia dos Pais, mas será que sabemos mesmo o que é ser um pai ?

A palavra Pai, deriva do grego PATER e do hebraico ABBA. Ambas palavras tem o mesmo sentido que é: FONTE, PÁTRIA, lugar de origem.

Temos alguns escritos do Apóstolo Paulo que expressam que a pátria da qual ele era natural, não era nem Roma, nem Israel. Embora fosse filho de Pai e Mãe Judeus e tendo nacionalidade Romana, Paulo deixa muito claro que sua Pátria, ou seja, o seu lugar de origem, a sua fonte não estava localizada neste mundo e sim em Deus.

Algo interessante na bíblia é que todas as vezes que Jesus encontrava jovens e adolescentes, estes estavam mortos ou endemoninhados.  
Existe um episódio em especial que me chama muito a atenção: Certa vez Jesus encontrou um pai que havia pedido para que seus discípulos expulsassem o demônio de seu filho. Mas eles não conseguiram e ao ver Jesus, o Pai do menino endemoninhado pede novamente para que dessa vez Jesus expulse o demônio.

Marcos 9:21-28

Perguntou Jesus ao pai do menino: Há quanto tempo isto lhe sucede? Desde a infância, respondeu; e muitas vezes o tem lançado no fogo e na água, para o matar; mas, se tu podes alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos. Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê. E imediatamente o pai do menino exclamou [com lágrimas]: Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé! Vendo Jesus que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai deste jovem e nunca mais tornes a ele. E ele, clamando e agitando-o muito, saiu, deixando-o como se estivesse morto, a ponto de muitos dizerem: Morreu. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou.

Ele disse a Jesus: “TEM MISERICORDIA DO MEU FILHO”, essa frase fez com que Jesus se voltasse ao menino que sofria aquela situação desde criança e expulsasse o demônio dele e no mesmo instante o menino foi curado e liberto.
A submissão do pai do menino à Jesus fez com que o demônio fosse expulso e houvesse cura. A paternidade cura, dá identidade e destino. Se não entendemos sobre exercer paternidade sobre nossos filhos, provavelmente eles crescerão órfãos de Pai vivo, isso quer dizer que, mesmo tendo um Pai vivo ele não terá um modelo, um caminho para seguir e por isso terá dificuldade de alcançar o destino que Deus tem para ele.

Ao ler a bíblia em Gênesis você também irá identificar logo no primeiro capítulo que Deus primeiro criou o homem e no segundo capitulo ele formou o homem. Essas duas palavras falam muito sobre a natureza do Pai, primeiro ele cria e depois ele forma.
Você pode se perguntar, mas qual a diferença dessas duas palavras? Eu posso explicar; criar é dar origem, mas formar é desenvolver uma pessoa para algo.  O papel atribuído aos pais no mundo moderno em grande parte das vezes, é apenas ser os progenitores e não poder formar os nossos filhos. Sendo que, esses dois papéis são fundamentais.


E o que devo formar?
Formar o caráter, visão e identidade, se ele for menino, por exemplo, precisa ser formado como menino, educado como um menino.  Se for menina, esta precisa ser tratada como uma menina e educada como uma menina, lembre-se: estamos falando de formar uma pessoa que veio ao mundo e que não sabe nada sobre si mesmo, por isso, temos que ter esse zelo e não deixarmos de exercer paternidade, gerando, mas também dando forma.


Acredito que Deus é  geracional e quando ele olha para a terra ele não está apenas me vendo, ele está me vendo e vendo os meus filhos, os meus netos e assim por diante.
Isso significa que se eu não for um Pai que gera e forma, dando identidade e imprimindo valores nos meus filhos, eu estarei colocando em risco as minhas gerações seguintes.

Vemos em nossos dias uma geração de pessoas que foram feridas por pais que não sabiam sobre paternidade,  são órfãos de pais vivos.
Quando você olha a vida de uma pessoa que cresceu órfã, você consegue ver que a formação dela é como uma colcha de retalho, porque em cada parte da sua vida substituiu a paternidade por outras coisas, como por exemplo amigos, colegas, pessoas que embora tenham a intenção de ajudar não podem dar destino.

Amigos podem até te escutar, mas só alguém que exerce paternidade tem a autoridade necessária para nos tirar de um lugar que estamos perdidos para nos curar e nos dar fundamentos para a caminhada que temos para cumprir.

Não podemos confundir paternidade com paternalismo. Nos dias de hoje, onde tudo é muito corrido temos sempre que inventar tempo para estar com filhos e com a família.
Se não nos atentarmos podemos cultivar uma vida tão corrida que acabamos perdendo o tempo precioso de estarmos com nossos filhos, e substituímos nossa presença por presentes.

O problema não é dar presentes, mas nos substituir. Fazendo isto, a criança sempre terá o que quer, menos o que ela precisa, que é da presença de um pai. Outro risco em nos substituir é privarmos nossos filhos dos processos e sermos protecionistas demais, formando filhos desobedientes, que nunca vão se submeter a passar por processos para chegar em um lugar e isso é paternalismo e não paternidade.

Alguém que exerce paternidade nunca vai eximir os filhos dos processos, porque sabe que o processo traz crescimento, força, faz pensar e desenvolver uma boa consciência.
Nossos filhos são uma herança, quer dizer que temos que zelar por aquilo que foi confiado a nós.
Zele pela sua casa, por seus filhos, eles foram confiados a você e por isso os ame, confronte, esteja perto, console e ria, seja um pai melhor e deixe um legado na geração dos seus filhos e netos.  

Empreendedorismo e Reino.

Em Êxodo, capitulo 18,  vemos um homem chamado Jetro, um homem sábio que iria ajudar Moisés porque mesmo sendo um sacerdote de Midiã, por tanto um sacerdote pagão, tinha um senso empreendedor e administrativo mais aguçado do que o de Moisés.

Não acredito que Deus dá todas as coisas apenas para uma pessoa. Mesmo Moisés que tinha uma revelação do próprio Deus, precisou ouvir um homem como Jetro. Aliás, quem iria falar não para um homem que falava com Deus face a face? 
Bom, Jetro diz para o homem da revelação como gerenciar aquele povo que estava buscando solução para seus problemas. O que Jetro fez foi uma espécie de consultoria para Moisés, mesmo sendo um sacerdote de deuses estranhos em Midiã.

Essa foi a base de êxodo 18 na relação de Moisés e Jetro: conselho, consultoria para administrar e empreender aquilo que estava sobre a tutela de Moisés.

Quando falamos de administração, também estamos falando de empreendedorismo para empreender, você vai precisar administrar todos os processos que cercam aquilo que você faz.

Existe algo muito interessante na bíblia que se inicia no Éden. Um produto que veio do céu, mas que por algum motivo deu errado, e este não teve aceitação no “mercado”. Um bom produto, e mesmo com a essência era boa algo deu errado no caminho que fez com que o produto não entrasse e não fosse aceito no “mercado”. E esse produto se chamava Adão.

Eu vou muito em empresas e tenho muitos amigos empreendedores, geralmente ouço muito sobre a qualidade e a eficiência de seus produtos, e mesmo sendo um produto de alta qualidade não há aceitação no mercado.

Então tentando responder a essa questão, sempre peço para saber como é o processo de produção, logística e marketing, mas grande parte das vezes o problema está na equipe de vendas, o produto é ótimo, tem uma boa origem, porém a equipe de vendas não consegue fazer o produto chegar nas mãos do consumidor final.

Você consegue perceber que o produto do Éden, Adão, que não teve aceitação no mercado agora precisava de um novo Design? Um novo rótulo que comportasse a mesma essência? E vemos que isso aconteceu, João o Batista entra em cena como uma agência de publicidade trabalhando para que quando o novo produto da eternidade chegasse todos já o conhecessem. Essa agência chamada João fez o maior e melhor marketing deste produto da eternidade: Yeshua, o messias. Ele dizia: eu vos batizo com água mas está chegando alguém que é maior e melhor do que eu e quando ele vier vai batizar vocês com fogo e com o Espírito.

Na maioria das vezes quando não conseguimos chegar no objetivo com aquilo que empreendemos e colocamos no mercado então nos falta conselho, consultoria, entendimento do produto que estamos vendendo, por isso não geramos a expectativa no público alvo do que estamos vendendo e desenvolvendo,  mesmo sendo de altíssima qualidade.

Então, João o batista faz o Marketing preparando o caminho para que o “produto da eternidade” pudesse chegar.

Eu acredito que quando Yeshua chegou já tinha um mercado preparado, então o produto começou a ser degustado.

Quando Yeshua entra no mercado ele começa a preparar 12 vendedores e esses 12 treinaram mais 70 homens.
Esses 70 homens entravam nos vilarejos pregando e anunciando a respeito do produto que eles haviam conhecido e degustado. Como? Eles davam amostra grátis, valorizando o produto da eternidade chamado Yeshua e diziam: aquilo que eu faço é só uma amostra, mas o produto mesmo está chegando neste vilarejo. O que eles estavam fazendo? Gerando expectativa. Estavam vendendo algo que eles conheciam porque tinham experimentado.

Aqui está uma característica que funcionava como um feedback do produto, Yeshua só entrava no lugar onde houvesse aceitação, onde já haviam anunciado a sua chegada e onde o povo já tinha expectativa sobre ele.

Outra característica é que Yeshua não só treinou a equipe de vendas, MAS ACREDITAVA MUITO NAQUELA EQUIPE, MESMO ELES NÃO SENDO PERFEITOS.

EU ACREDITO QUE NÃO AVANÇAMOS QUANDO NÃO SABEMOS VENDER O PRODUTO.
TALVEZ VOCÊ TENHA EXPERIMENTADO O PRODUTO, GOSTADO DO PRODUTO, MAS NÃO SAIBA VENDER O PRODUTO E ISSO É UM PROBLEMA.

Apesar de Moisés ter visto a face de Deus, ele não sabia gerenciar aquilo que estava acontecendo, não estava conseguindo empreender.

Portanto, uma das missões para vendermos o produto é sabermos o que estamos vendendo, degustarmos dele, experimenta-lo, saber a sua procedência. Buscar conselho, consultoria e ferramentas que irão para aprimorar sua venda.  

Quero te abençoar, que não falte para você ideias de como empreender e de como administrar o que Deus te deu sempre buscando sabedoria, sabendo que a empresa que ele te deu não é sua é dele, ele te deu para você investir na tecnologia divina e você é um administrador fiel daquilo que foi colocado em suas mãos.

Mesa

Lucas 24:30 – E aconteceu que,estando ele reclinado a mesa,tomou o pão eo abençoou e ,partindo-o,distribuiu entre eles / Saber Noticias de Jesus não abre nossos olhos,conversar com ele não abre nossos olhos,discutir com ele não abre nossos olhos,sentir a chama arder no coração por causa de sua presença não abre nossos olhos, conhecer as revelaçoes registradas nas escrituras não abre nossos olhos.

Mas o que abre nossos olhos,para vê-lo ?? A COMUNHÃO DA SUA MESA E O PARTIR DO PÃO

LUCAS 24:31 – MEDITE NISSO QUERIDOS E FAÇA PARTE DA MESA DO SENHOR DEIXE ELE ENTRAR EM SUA VIDA E CEIAR CONTIGO

Honre as fontes

JOÃO 2-9

E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo

ELES PEGARAM ESSA AGUA DE ALGUM LUGAR, ESTRANHO POIS NÃO IMAGINAVAM QUE APÓS DE TRAZEREM AS TALHAS CHEIAS DE AGUAS

JESUS MANDARIA LEVAREM AO MESTRE SALA BEBER DA AGUA RSSS

SUA VITÓRIA VIRÁ MESMO DE SITUAÇÕES QUE VC NÃO ESPERA , POR ISSO NÃO DESPREZE O POR QUE DA DIFICULDADE , POIS AS GRANDES VITÓRIAS NA GRANDE MAIORIA TEM CARA DE DERROTA

Do Governo à escravidão

Se você não consegue se governar por dentro, será sempre escravo das coisas que estão fora. Se você entender o jardim do Éden, o lugar onde Deus perdeu o coração do homem para o seu próprio desejo, ficará claro o eu estou dizendo.

Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. (Provérbios 4.23)

A palavra sacerdote no hebraico significa kohen (ministro que governa). Então, costumo dizer que quando você está alinhado com o Pai, Ele vai lhe dar autoridade para você ministrar diante Dele e, com isso, terá autoridade para governar diante dos homens.

Somos revestidos de autoridade quando servimos na jurisdição em que estamos. Então, o grande segredo não está no que você faz e, sim, no que você é!

Deus não mede os homens pelas suas capacidades, mas pelo nível de seus corações. Quando você entender isso não lhe faltarão fontes espirituais e não se tornará escravo das coisas que anseiam por habitar em seu coração e absorver e esgotar sua vida interior.

Deus deu uma ordem a Adão no Éden: “Cultive, guarde este lugar para mim”. Algo que me impacta é que Deus não costuma fazer-nos escravos de um ambiente para nos limitar. Na verdade, Ele trabalha sempre além do que podemos imaginar e diz:

“EU LHE FAÇO LIVRE, MAS PARA LHE TORNAR RESPONSÁVEL”

Vivemos em um tempo onde precisamos ser responsáveis e competentes. A responsabilidade está ligada ao meu comprometimento, àquilo que eu tenho de me tornar; a competência está ligado aquilo que eu gero e desenvolvo, ou seja, os frutos que permanecem.

Deus disse ao homem: “Você pode fazer tudo, tudo aqui é seu, está livre para você. A única coisa que não pode fazer é comer de uma única árvore”. Deus não descia todos os dias para Se certificar de que Adão não tinha comido da árvore proibida pois Ele não trabalha desta forma. Na verdade, Deus trabalha com princípios.

Preste Atenção! Quando é preciso governo, liderança e influência não tente agir por domínio ou manipulação, mas construa valores dentro das pessoas. Quando você conseguir estabelecer valores dentro de alguém, essa pessoa nunca mais vai conseguir ficar fora do propósito que o Pai estabeleceu para ela.

Deus lhe torna livre, mas, ao mesmo tempo, lhe faz responsável. Assim era a vida de Adão no Éden: dentro da sua liberdade existia a responsabilidade de guardar e cultivar toda a criação.

Porém, infelizmente, diante de toda essa responsabilidade, Adão acabou se convencendo de que ele poderia ser mais do que era, ter mais do que tinha, saber mais do que conhecia.

Você começa a perder sua liberdade e autoridade quando a sua alma começa a lhe dizer que pode ter mais do que já tem e ser mais do que já é.

A ingratidão se evidencia quando a nossa alma grita por se sentir injustiçada, quando não nos contentamos com o que somos ou com o que temos. Isso nos leva a um território de esterilidade e morte, pois a vida que temos corresponde à medida do nosso coração, pois, como está escrito, do coração depende toda a vida.

Ao olharmos para a vida de Adão entendemos que ele já tinha tudo! Ele não precisava de mais nada, mas foi convencido em sua alma que precisava ter mais do que tinha. Quando ele deixou esse desejo entrar e o expressou à sua esposa, ele começou a perder tudo o que Deus lhe tinha dado.

Quando a alma fala mais alto do que o espírito, o governo do coração é entregue aos desejos, e não ao Espírito Santo. É dessa forma que o mundo se move.

Como vimos no capítulo anterior, o mundo se move por três bases: concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e soberba da vida (1 João 2.16). Foi isso que fez com que Deus perdesse Adão e Eva dentro do jardim, do seu ambiente, pois Satanás conseguiu convencê-los de um desejo de ter mais do que já tinham, sendo que, na verdade, eles já tinham tudo.

Os casamentos, por exemplo, se quebram quando entra a insatisfação. Às vezes você está no seu melhor lugar, mas está insatisfeito. Por que?

Quando as reclamações e exigências baseadas em interesses pessoais começam a ser o centro da relação isso sinaliza falta de cumplicidade e unidade. A falta do princípio de “abrir mão” para se manter juntos mina a essência da relação; um sempre exigirá mais do outro para corresponder às suas próprias expectativas e vaidades. Isso é narcisismo! Casamento é unidade e não possessão!

Definindo em poucas palavras, narcisismo é quando uma pessoa tem uma incontrolável admiração por si mesma:

Sabe, porém, que nos últimos dias haverá tempos difíceis; pois os homens amarão a si mesmos, serão gananciosos, arrogantes, presunçosos, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, incapazes de perdoar, caluniadores, descontrolados, cruéis, inimigos do bem, traidores, inconsequentes, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus, com aparência de religiosidade, mas rejeitando-lhe o poder. Afasta-te também desses. Porque entre eles estão os que se intrometem pelas casas e conquistam mulheres tolas carregadas de pecados, dominadas por várias paixões; que estão sempre aprendendo, mas nunca podem chegar ao pleno conhecimento da verdade (2 Timóteo 3.1-7)

Em relação às coisas que possuímos, todos os veículos de comunicação ficam nos bombardeando dizendo que o que já temos não serve mais, que precisamos de algo maior ou melhor. Isso gera em nós uma intensa insatisfação, sempre desejando ter algo além do que já temos.

Já foi comprovado que a insatisfação é uma ‘ausência espiritual que nos completa’; é resultado de uma desordem espiritual, uma voz interior que diz ao Criador que Ele “errou em sua criação”.

PRESERVE O SEU CORAÇÃO, CUIDE DO QUE DEUS LHE DEU PARA CUIDAR.

Se você governar sobre o que Pai já lhe deu por natureza, isso vai crescer e se multiplicar em sua vida.

E Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que rastejam sobre a terra. (Gênesis 1.27,28)

Eu acredito, quando se fala sobre o coração, que esse deve ser intenso, porque essa é a base do Reino de Deus. Vemos, no sermão da montanha, Jesus ensinando, por meio de um novo coração, uma nova interpretação da Lei (Torah). O que ele estava fazendo era expor ao coração do homem o segredo escondido de liderar de dentro para fora.

Os homens medem uns aos outros pela capacidade que carregam de fazer coisas extraordinárias.

DEUS NÃO MEDE OS HOMENS PELA SUA CAPACIDADE, MAS DEUS MEDE OS HOMENS PELO SEU CORAÇÃO.

Governo da montanha

São essas as origens dos céus e da terra, na ocasião em que foram criados. Quando o SENHOR Deus fez a terra e os céus, ainda não havia nenhuma planta do campo na terra e nenhuma erva do campo havia brotado, pois o SENHOR Deus ainda não havia feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra. Todavia, mananciais subiam da terra e regavam toda a superfície do solo. E o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. Então o SENHOR Deus plantou um jardim, para o lado do oriente, no Éden; e colocou ali o homem que havia formado. (Gênesis 2.4-8)

O que nos permite entender sobre escravidão e governo é o Éden, pois no princípio de todas as coisas Deus fez uma “grande montanha”. Mas você pode estar se perguntando: o que é o governo desta tal “montanha”?

Pensando na mentalidade do Criador de todas as coisas, o mínimo que podemos considerar sobre este jardim é que ele era uma grande e extensa montanha dentro do Cosmos, pois, se imaginarmos que ele seria apenas como o jardim de uma casa, estaremos longe de governar com o Senhor, por Ele e por meio Dele.

A Bíblia diz que quando Deus formou o homem do pó da Terra Ele o colocou dentro deste lugar. Ou seja, a mentalidade do Criador ao criar o Éden era dar ao homem o governo da Terra.

Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, Ele a entregou aos filhos dos homens. (Salmos 115.16)

Precisamos entender que quando estamos num lugar de propósito, cumprindo aquilo para o qual fomos chamados, nos tornamos capacitados legalmente para exercer autoridade nesta jurisdição. Aqueles que não compreendem isso não conseguem bons resultados em qualquer área de suas vidas (família, trabalho, negócios, ministério etc.).

O sacerdócio está diretamente ligado ao serviço que desempenhamos na jurisdição em que estamos, no lugar onde fomos colocados, pois, assim, teremos autoridade legítima.

Existem diversas comunidades (igrejas) que servem nos lugares onde foram estabelecidas nas questões de saúde, educação etc. Isso é visto como tsedaca (obra de justiça). Não está ligada às obras sociais propriamente, mas, sim, aos atos de justiça praticados pelas mesmas ao trazer equilíbrio social às vidas das pessoas.

Por exemplo, o jovem rico (Marcos 10) foi desafiado por Jesus a vender a sua herança, pois isso implicaria na redenção de sua vida e família. No entanto, sua atitude contrária à isso revelou que ele era como seus pais – alguém incompleto, imperfeito, confuso. Jesus lhe ofereceu a oportunidade de uma herança legítima partindo do próprio céu, mas ele recusou.

Nos tempos de Moisés, o resultado da prosperidade das 11 tribos estava ligado à lealdade delas para com a tribo separada para o serviço sacerdotal no tabernáculo (Levi).

A tribo de Levi era separada para os serviços ligados às questões espirituais e tinha, também, o papel de instruir as demais tribos em suas especialidades, tais como, medicina, agricultura, pecuária etc.

A honra ao sacerdócio gera autoridade para conquistar uma jurisdição.

De todo o trabalho exercido pelas 11 tribos, era separada uma porção para honrar a tribo de Levi. E, por um mandamento de Deus, esse princípio de honra alcançou também os órfãos, viúvas e os estrangeiros.

Pense! Suas finanças não estão indo bem? Isto não está relacionado à sua capacidade profissional e, sim, por não cumprir o propósito eterno de Deus por meio do seu exercício sacerdotal.

Agora, portanto, se ouvirdes atentamente a minha voz e guardardes a minha aliança, sereis minha propriedade exclusiva dentre todos os povos, porque toda a terra é minha; mas vós sereis para mim reino de sacerdotes e nação santa. (Êxodo 19.5,6)

Neste texto, vemos o desígnio de Deus de formar uma nação de reis e sacerdotes para Si. Porém, o que veio primeiro, o reino ou o sacerdócio?

Nos tempos de Moisés, Deus estabeleceu no deserto em primeiro lugar o sacerdócio para o serviço no tabernáculo.  Depois de alguns anos veio a possessão da terra prometida.

Isso nos deixa claro que exercer autoridade sobre um lugar depende, primeiramente, do nosso sacerdócio.

Deus instituiu Adão como o primeiro sacerdote e o seu serviço implicava em cultivar e guardar a criação, ou seja, dar limites à terra.

Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? Tu o fizeste um pouco menor que os anjos e o coroaste de glória e honra. Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: todas as ovelhas e os bois, assim como os animais selvagens, as aves do céu, os peixes do mar e tudo o que percorre as veredas dos mares. (Salmos 8.4-8)

Quando estamos no lugar onde nos movemos naquilo que o Pai quer de nós, Ele nos dá autoridade para que este lugar se torne uma fonte para a nossa vida, assim como era o jardim para Adão e Eva.

No Éden já estava tudo pronto, mas, após a queda, eles foram expulsos do jardim para uma terra que estava amaldiçoada, que só gerava abrolhos, cardos e espinhos e, agora, deveriam trabalhar com dores, suor e exaustão para colher os frutos.

Isso é resultado da desobediência – quando não me movo àquilo para o que fui chamado a ser e fazer. E, assim, torno-me escravo do próprio sistema do qual fui levantado para governar.

O sistema a que me refiro é o conjunto de valores que modela os pensamentos da sociedade; é o sistema onde cada indivíduo é levado a viver sob os três pilares que o motivam, que o movem:

Porque tudo o que há no mundo, o desejo da carne, o desejo dos olhos e o orgulho dos bens, não vem do Pai, mas sim do mundo. Ora, o mundo passa, bem como seus desejos; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. (João 2.16,17)